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Mulheres, o mercado emergente

A participação das mulheres no setor tido masculino, como o da Construção Civil, vem crescimento muito ao longo dos últimos anos no Brasil, mais ainda elas enfrentam muitas barreiras.




       No mês de março, o blog do trabalho (Ministério do trabalho e emprego) publicou um artigo que tratou da mulher na construção civil. O artigo é sucinto e consiste na própria opinião da autora Silvia Peixer, que além de blogueira é gerente de engenharia, isto é, possui vivência no assunto. - Acesse o Artigo

       Quando se fala em "Mulher, mercado emergente" pode-se até ecoar estranho no início, mas ao longo da reflexão se percebe que faz algum sentido, se percebe que é por aí e que é por este caminho que as coisas estão acontecendo. Não há o que mais se prolongar, elas estão ocupando os espaços que eram considerados somente dos homens no mercado de trabalho.

      Elas são dedicadas, detalhistas e cuidadosas. Elas estão desde as instalações de janelas, pintoras e pedreiras até arquitetas e engenheiras. Elas demonstram vontade de crescer. Elas produzem um clima  inovador aos canteiros de obras. Elas, elas e elas.

         Lília Cabral que interpretou "Pereirão" na novela da rede globo, traz um fácil exemplo que reitera essa emergente situação da mulher. Levando o dia-a-dia de uma "faz tudo" para a casa dos telespectadores, ela demonstrou como é a vida de milhões de brasileiras, das quais 35%  já ocupam os cursos superiores e técnicos. 



      Portanto, com a acentuada independência das mulheres, o mercado da construção civil torna-se uma interessante proposta de trabalho. Se antes elas não podiam nem votar, hoje elas podem e podem mesmo, com todas as letras.

     Assim como todo mercado emergente, com a mercado para a mulher não será diferente, levar-se-á um tempo de crescimento e maturidade mas depois 'vai com tudo'.







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